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Dra. Janaína Drumond
CRM-MG 69719 · RQE 50592
Ortopedia Geral

Fraturas

Resposta direta

Fraturas nos membros superiores e inferiores exigem avaliação ortopédica para alinhar o osso, proteger a região e definir tratamento conservador (gesso, imobilizador) ou cirúrgico (fixação com placa, haste ou pinos). O objetivo é consolidação adequada, recuperação da função e prevenção de sequelas como rigidez, desvio ou artrose pós-traumática.

Por Dra. Janaína Drumond Rocha Fraga, CRM-MG 69719, Ortopedia e Traumatologia (RQE 50592), pós-graduação em Mão e Punho (CMMG). Ver formação · Belo Horizonte


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Sobre esta condição

A fratura é a perda da continuidade óssea — popularmente conhecida como "osso quebrado". É uma das condições mais comuns atendidas na ortopedia e traumatologia, desde fraturas simples do punho até fraturas complexas que necessitam de tratamento cirúrgico.

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Tipos de fratura

  • Fratura simples (fechada): o osso quebra mas não perfura a pele.
  • Fratura exposta (aberta): o osso rompe a pele — é uma emergência ortopédica pelo risco de infecção.
  • Fratura por estresse: microfratura causada por impacto repetitivo (comum em corredores).
  • Fratura patológica: ocorre em osso enfraquecido por doença (osteoporose, tumores).
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Fraturas mais comuns que trato

Membros Superiores

  • Fratura do rádio distal (Colles): a mais comum do membro superior. Queda com mão estendida. Tratamento com gesso ou fixação com placa e parafusos.
  • Fratura de escafoide: risco de não consolidação e necrose avascular. Diagnóstico precoce é essencial.
  • Fraturas de metacarpos e falanges: frequentes em traumas esportivos e acidentes domésticos.
  • Fratura do úmero proximal: comum em idosos com osteoporose após queda.

Membros Inferiores

  • Fratura de tornozelo: frequente em entorses graves e quedas.
  • Fratura de platô tibial: acomete a superfície articular do joelho.
  • Fratura por estresse da tíbia: comum em corredores que aumentam volume de treino.
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Diagnóstico

  • Radiografia: exame inicial para identificar o traço de fratura, desvio e alinhamento.
  • Tomografia: para fraturas articulares e planejamento cirúrgico.
  • Ressonância: fraturas ocultas (como a de escafoide) e fraturas por estresse.
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Tratamento

Conservador

Indicado para fraturas estáveis, sem desvio significativo e fora da articulação:

  • Imobilização com gesso, tala ou órtese.
  • Controle radiográfico seriado para acompanhar a consolidação.
  • Fisioterapia após a retirada da imobilização.

Cirúrgico

Indicado para fraturas instáveis, desviadas, articulares ou expostas:

  • Fixação interna: placas, parafusos, fios de Kirschner.
  • Fixação externa: em fraturas expostas graves ou quando o inchaço impede a cirurgia imediata.
  • Hastes intramedulares: para fraturas de ossos longos (tíbia, fêmur).
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Quando procurar ortopedista?

  • Dor intensa após trauma com incapacidade de movimentar o membro.
  • Deformidade visível.
  • Inchaço importante e hematoma.
  • Impossibilidade de apoiar o peso.
  • Osso visível através da pele (fratura exposta — vá ao pronto-socorro imediatamente).

Dra. Janaína Drumond — Ortopedista e Traumatologista | Cirurgia da Mão e Punho | CRM-MG 69719 | RQE 50592

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Perguntas sobre Fraturas

Respostas objetivas para as dúvidas mais comuns. Cada caso exige avaliação individual.

Só a avaliação e, na maioria das vezes, o raio-X confirmam. Dor intensa após trauma, incapacidade de movimentar ou apoiar o membro, deformidade visível, inchaço importante e hematoma aumentam a suspeita de fratura. Diante desses sinais, procure avaliação. Osso visível através da pele é emergência: vá ao pronto-socorro imediatamente.

Não. Fraturas estáveis, sem desvio significativo e fora da articulação costumam ser tratadas de forma conservadora, com imobilização e controle radiográfico. A cirurgia, com placas, parafusos ou outros métodos, é indicada em fraturas instáveis, desviadas, articulares ou expostas. A escolha depende do tipo de fratura e da avaliação individual.

Varia bastante conforme o osso, o tipo de fratura, a idade e a saúde do paciente. Em geral, fala-se em algumas semanas a alguns meses até a consolidação. O acompanhamento com exames de imagem é o que confirma a cicatrização óssea. A fisioterapia após a imobilização ajuda a recuperar movimento e força.

É quando o osso rompe a pele, ficando em contato com o meio externo. É uma emergência ortopédica pelo alto risco de infecção e exige atendimento imediato no pronto-socorro. Diferente da fratura fechada, em que a pele permanece íntegra, a exposta costuma necessitar de limpeza cirúrgica e tratamento específico o quanto antes.

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Tem dúvidas sobre sua condição? Agende uma consulta para avaliação individualizada.

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Este conteúdo tem finalidade educativa e informativa. Não substitui avaliação, diagnóstico ou tratamento médico presencial. Cada caso é individual — consulte seu médico.
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